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Bené Chaves <>, natalense, é escritor-poeta e crítico de cinema.
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a explovisão (contos, 1979)
castelos de areiamar (contos, 1984)
o que aconteceu em gupiara (romance, 1986)
o menino de sangue azul (novela, 1997)
a mágica ilusão (romance, 2001)
cinzas ao amanhecer (poesia, 2003)
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quarta-feira, julho 23, 2008


VERSOS QUE CANTAM E ENCANTAM (34) De J. Piedade e Oswaldo Martins:


Tudo acabado entre nós

Já não há mais nada

Tudo acabado entre nós

Hoje de madrugada

Você chorou e eu chorei

Você partiu e eu fiquei

Se você volta outra vez

Eu não sei

Nosso apartamento agora

Vive à meia luz

Nosso apartamento agora

Já não me seduz

Todo o egoísmo

Veio de nós dois

Destruímos hoje

O que podia ser depois.

Obs: Versos da música 'Tudo Acabado'(1950), que fez grande sucesso na voz de Dalva de Oliveira na 'peleja' de um desamor que passou a existir com o Herivelto Martins e que chegara praticamente ao fim. E víamos, então, os dois lados opostos de um sentimento se 'duelando' usando uma famosa canção para tal propósito. E as acusações múltiplas se sobressaíam entre uma voz feminina e outra masculina.

O compositor J. Piedade(José da Rocha Piedade) era freqüentador assíduo dos cassinos e cabarés da Lapa nos anos 30 e 40. Nascido no Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1920, ele compunha os sambas e aproveitava para 'vendê-los'. E, certamente, iria gastar todo o dinheiro na vida boêmia que levava.

Podemos destacar como suas melhores músicas: 'Navio negreiro', gravada pelo Dorival Caymmi, 'A mulher do padeiro', marcha de enorme sucesso no carnaval de 1942 e também 'Chora doutor', gravada pelo Blecaute para o carnaval de 1959.

J. Piedade faleceu em 2 de dezembro de 1978 na cidade do Rio de Janeiro.


Sobre o parceiro Oswaldo Martins não encontramos nenhum dado biográfico. Soubemos apenas que fez parceria com Nelson Cavaquinho e Nelson Washington na composição 'Palhaço'.

ESPAÇO LIVRE OPOSTOS

Surgisses na bela aurora

brilhante e cinzenta para

cessar no crepúsculo frio,

de gotas cristalinas.

O orvalho a cair e purificar

o rosto suave e sorridente

sob o pulsar de fagulhas

entre a vida e a morte.


Bené Chaves

por benechaves às 14:55